SINOPSE
Reflexões críticas sobre a trajetória da Atenção Primária à Saúde (APS) no Brasil geram debates e propostas de intervenção, reunindo diversas perspectivas sobre teorias, experiências e práticas profissionais. Essa análise permite entender a importância dessa política social na promoção do direito à saúde e na consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS), visando gestores, pesquisadores, estudantes e trabalhadores da área.
Em um cenário que demanda escuta e argumentação, a clareza na linguagem é fundamental. A relação entre a APS e a Estratégia Saúde da Família destaca seu papel na redução de desigualdades socioeconômicas, tornando a abordagem intersetorial essencial para a discussão de políticas públicas.




