SINOPSE
Brasília, com suas linhas retas e céu aberto, foi construída por mãos anônimas que quase se perderam no tempo. O romance Cidade Livre revela um canto polifônico onde os candangos, operários da utopia, finalmente se expressam. Sob a perspectiva da teoria bakhtiniana, a cidade se apresenta como um espaço rico em vozes sobrepostas, refletindo suas ruas, personagens e silêncios através de uma arquitetura literária que mistura blogues, memórias e afetos.
Nesta jornada entre estética e história, busca-se dar voz ao que foi silenciado e nomear o que foi esquecido. O leitor é convidado a percorrer essas páginas como se caminhasse pelas madrugadas da cidade, ouvindo as vozes que permanecem enterradas no concreto e que revelam a verdadeira essência de Brasília.