SINOPSE
A sociedade brasileira é predominantemente feminina, mas a política ainda é dominada por homens. Dados de instituições como o TSE e o IBGE evidenciam essa disparidade, além de revelarem a ineficácia das cotas de gênero estabelecidas pela Lei n. 9504/97. Embora a intenção seja positiva, a prática das candidaturas-laranja tem frustrado a representatividade real das mulheres nas eleições.
Este estudo investiga os mecanismos jurídicos disponíveis para combater essa fraude e promover uma verdadeira inclusão feminina na política, destacando a importância de ações efetivas para transformar o cenário atual.
