SINOPSE
O estudo analisa a relação entre a política eugenista e a criação dos campos de concentração das secas no Nordeste brasileiro, destacando como essas práticas foram legitimadas pela Constituição de 1934. A pesquisa investiga o tratamento dispensado a cidadãos pretos e pardos, utilizando conceitos de biopolítica e biopoder, e expõe as violações de direitos enfrentadas pelos “flagelados” em condições desumanas.
Além disso, o trabalho reflete sobre a ideologia da eugenia e suas consequências, evidenciando o aprofundamento da exclusão social e do racismo estrutural, cujos efeitos ainda reverberam na sociedade contemporânea.
