SINOPSE
Com uma abordagem que transcende a identidade de gênero, a autora explora a intersecção entre judaicidade e crítica ao sionismo. A partir de uma perspectiva pessoal, são discutidas as ideias de Edward Said sobre a despossessão palestina e a construção de um novo éthos que promova a convivência democrática. A reflexão abrange pensadores como Emmanuel Levinas e Hannah Arendt, propondo uma ética política que desafie o nacionalismo e o racismo estatal.
O texto busca entender a experiência diaspórica e sua relação com a identidade judaica, questionando o que significa ser judeu em um mundo plural. A obra convida à reflexão sobre a resistência ao sionismo como um valor que pode emergir das tradições judaicas, promovendo um diálogo necessário sobre direitos e coabitação.
