SINOPSE
Correspondências de uma jovem prisioneira revelam um período intenso e doloroso da história. Lúcia, militante política, compartilha suas experiências e reflexões em cartas endereçadas a seu companheiro, familiares e amigas, criando um testemunho único sobre a vida no cárcere entre 1971 e 1974. A correspondência, que se destaca pela frequência e profundidade, é acompanhada por um ensaio que contextualiza a importância dessa memória.
As cartas oferecem uma perspectiva feminina sobre a luta armada, a revolução sexual e as estratégias de sobrevivência em um ambiente hostil. Temas como a resistência, a busca por identidade e o cotidiano das prisioneiras são explorados, proporcionando uma visão rica e necessária sobre um capítulo pouco abordado da história recente.
