SINOPSE
Uma criança negra é vista como um ancestral que retorna, e seu cabelo crespo deve ser valorizado e protegido. Análises interseccionais e afrofuturistas exploram a importância dos cabelos crespos e das infâncias negras, propondo novas abordagens epistemológicas e políticas que desafiam as corporeidades coloniais. A valorização da estética crespa é essencial para promover mudanças de pensamento e romper com as estratégias de controle da branquitude.
A força ancestral das crianças negras simboliza um espaço de transição, e suas resistências diárias são fundamentais para a descolonização da subjetividade. Ao final, uma seleção de livros infantis que celebram a ancestralidade africana serve como um recurso para as famílias negras no Brasil.