SINOPSE
Uma análise profunda revela a luta histórica dos ciganos contra a intolerância e a exclusão, que os afligem há séculos. Desde 1568, sua presença no Brasil é marcada por injustiças e preconceitos, que muitas vezes são ignorados ou mal interpretados.
Com uma pesquisa meticulosa, o texto investiga o papel dos ciganos no contexto da escravidão, desafiando narrativas convencionais que os colocam como principais negociantes de escravos no Valongo, no Rio de Janeiro. Uma reflexão necessária sobre a memória e a identidade cultural.
