SINOPSE
Reflexões sobre a memória e a resistência permeiam a análise de um país repleto de riquezas e potencial humano, mas que frequentemente repete erros históricos. A narrativa dá voz a cidadãos comuns, desde eleitores perplexos até professores e trabalhadores, todos enfrentando desafios em um cenário político conturbado. Questões sobre a validade do voto e a luta pelos direitos são centrais, levando a uma provocação constante ao leitor.
O texto não se limita a oferecer respostas, mas instiga a reflexão e o questionamento sobre a democracia e suas fragilidades. A urgência de não naturalizar o retrocesso e de valorizar a palavra como ferramenta de resistência é um convite à ação, lembrando que a luta pela democracia se estende para além das páginas, manifestando-se nas escolhas diárias de cada um.