SINOPSE
Vidas e lutas frequentemente esquecidas pela historiografia oficial são reveladas em uma pesquisa que destaca militantes pretos, pardos e indígenas envolvidos na esquerda libertária e socialista durante a Primeira República. Esses indivíduos não são meras exceções, mas sim parte fundamental de uma genealogia afro-brasileira da insurgência, desafiando as narrativas predominantes sobre o operariado e as ideologias revolucionárias no país.
Ao questionar a ausência de libertários negros na história brasileira, a obra desmonta explicações racistas e apresenta um panorama de resistência e luta. As histórias de operários, intelectuais e ativistas mostram como a busca por emancipação racial e social sempre esteve interligada no Brasil, oferecendo um novo entendimento sobre a insurgência negra e seu papel na utopia libertária.