SINOPSE
Análises profundas revelam como a ideia de Brasil foi moldada desde a colonização, sustentada por um mito fundador que legitima desigualdades e autoritarismo. Essa narrativa apresenta o país de forma idealizada, ocultando as dinâmicas de dominação e exploração que permeiam sua história. Ao investigar símbolos nacionais e discursos de identidade, é possível perceber como essa construção ideológica se perpetua ao longo do tempo, obscurecendo as divisões sociais e a concentração de poder.
Uma leitura crítica da formação nacional expõe as contradições entre a exaltação da unidade e a realidade da exclusão, do racismo estrutural e da fragilidade democrática. A obra convida à reflexão sobre as bases que sustentam a sociedade brasileira e os desafios enfrentados na busca por justiça social e equidade.