SINOPSE
O fragmento literário emerge como uma forma inovadora de expressão no contexto do Primeiro Romantismo Alemão, especialmente nas obras de Novalis e Schlegel. Essa abordagem transforma a crítica literária, que deixa de ser meramente judicativa, permitindo uma análise mais profunda e livre das normas estéticas tradicionais. A influência do pensamento filosófico greco-latino, em particular as ruínas do pensamento pré-socrático, é fundamental para essa nova perspectiva.
Com a introdução do fragmento, a crítica se torna um espaço de criação, onde a linguagem se funde à reflexão teórica. Essa mudança propõe uma atenção às particularidades de cada obra, valorizando sua singularidade em vez de se restringir a conceitos padronizados, enriquecendo assim a experiência estética e interpretativa.