SINOPSE
Analisar o Estado brasileiro sob a perspectiva do capitalismo dependente revela uma complexidade que se desdobra em três eixos: sociológico, econômico e legislativo. A transição entre 1995 e 2016 marca um período de superexploração do trabalho e transferência de riqueza, evidenciando a dependência do país em relação a políticas econômicas imperialistas contemporâneas.
A nova fase do capitalismo, caracterizada pela liberalização financeira, destaca a valorização fictícia do capital. A teoria da dependência, desenvolvida na década de 1960, oferece uma lente crítica para entender essa dinâmica e a interdependência dos Estados na atualidade.