SINOPSE
Rappers brancos em um gênero musical de origem negra geram debates sobre apropriação cultural, privilégio e racismo. A análise desses conflitos revela a complexidade das relações raciais no Brasil, com uma perspectiva inovadora que inverte a visão tradicional dos estudos sobre raça. Através das vozes de 17 artistas, questões como classe, gênero e identidade são exploradas, trazendo à tona novos conceitos que ajudam a entender a dinâmica da branquitude no rap.
Reflexões sobre o papel da educação racial e a busca por legitimidade no cenário musical são centrais. O estudo não se limita a discutir o lugar de fala, mas investiga como as percepções sobre raça e privilégio se manifestam nas obras desses rappers, promovendo um debate essencial sobre a resistência negra e a importância da alteridade na sociedade.
