SINOPSE
A sofisticação dos sistemas financeiros avança junto com práticas criminosas complexas, como o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo. Esses fenômenos infiltram-se em setores legítimos da economia, explorando vulnerabilidades e a falta de uma cultura preventiva eficaz. A compreensão desse problema técnico é essencial para profissionais e organizações, que devem ir além do cumprimento legal e assumir responsabilidades éticas e operacionais.
Em Portugal, a legislação impõe exigências claras, como formação obrigatória e identificação de riscos. A eficácia dessas medidas depende da correta interpretação e aplicação prática, um desafio para os profissionais. Uma abordagem multidisciplinar permite entender os mecanismos e motivações por trás dessas práticas ilícitas, oferecendo ferramentas para identificar sinais de alerta e implementar medidas de prevenção eficazes.