SINOPSE
Após a Segunda Guerra Mundial, a Unesco promoveu pesquisas no Brasil sobre as relações raciais, acreditando que o país apresentava um cenário único de harmonização entre brancos e negros. As investigações ocorreram em diversas cidades, incluindo São Paulo, onde Roger Bastide e seu pupilo realizaram um estudo que se tornaria fundamental para entender a discriminação racial no Brasil.
O trabalho, que utiliza métodos da sociologia crítica, analisa as representações coletivas do negro e sua inserção na sociedade paulistana. Em um contexto de debates acalorados sobre cotas raciais, a obra oferece uma reflexão profunda sobre a formação histórica do país.
