SINOPSE
Ao amanhecer, um homem marcado pela dor percorre uma estrada árida, carregando em sua alma a escuridão da noite. Junto a um burro cargueiro, ele avança, refletindo sobre as dificuldades e os açoites que a vida lhe impôs. A solidão é sua companheira constante, enquanto a sombra se estende pelo chão, simbolizando a desilusão que o cerca.
A água, embora distante, parece mais próxima que a esperança de um futuro melhor. Em meio à miséria do sertão, o velho revela, através de seu semblante sofrido, um hino silencioso que ecoa as marcas indeléveis das bordoadas do destino.
