SINOPSE
A necropolítica que permeia a atualidade brasileira representa uma ameaça constante à democracia, utilizando diversos meios para se perpetuar. A guerra cultural se destaca como um desses recursos, colocando a arte e os artistas que não se alinham a essa ideologia extrema como alvos em potencial.
Reflexões de um artista brasileiro que navega por esse cenário autoritário revelam a complexidade e os desafios enfrentados. As notas apresentadas oferecem uma visão crítica sobre a relação entre arte e política, destacando a resistência e a luta pela liberdade de expressão.
