SINOPSE
Análises profundas sobre corpo, violência simbólica e poder são exploradas por meio de conceitos de pensadores como Foucault e Bourdieu. As interações no ambiente digital são discutidas à luz de autores como Boyd e Goffman, revelando como as relações sociais se transformam em redes, influenciando a representação online do eu. A dinâmica entre indivíduos e suas percepções é central para entender a construção da identidade na era digital.
A hashtag #bodypositive, apesar de parecer um símbolo de aceitação, carrega significados complexos e implícitos. Esse fenômeno social, que se apresenta como um vetor de inclusão, também revela um jogo de dominação que perpetua a necessidade de validação mútua nas interações. A representação do corpo, portanto, é tão efêmera quanto dinâmica, exigindo a presença do outro para sua legitimação.