SINOPSE
O diálogo crítico com a herança biopolítica revela afinidades e diferenças em relação ao pensamento de Michel Foucault, permitindo uma leitura aprofundada da filosofia política contemporânea. A análise se concentra na democracia como regime hegemônico, questionando conceitos tradicionais como Soberania e Estado-Nação, que se mostram desgastados no contexto atual.
Ao explorar a relação entre democracia e biopolítica, surgem reflexões sobre as limitações desse regime político. A crítica à democracia emerge como uma tarefa essencial para a filosofia política, desafiando as premissas estabelecidas e propondo novas perspectivas.