Biochipagem humana e direito à privacidade: nervuras da segurança pública

Gilson Fais

SINOPSE

A inserção de dispositivos de monitoramento no corpo humano levanta questões profundas sobre privacidade e segurança. Com o avanço das tecnologias, a biochipagem emerge como um aspecto da hibridização homem-máquina, que busca expandir os sentidos humanos antes mesmo de compreendê-los completamente. O futuro é incerto e a metodologia de prospecção de cenários futuros revela a tensão entre direitos fundamentais e o desenvolvimento científico.

Explorando cenários para a União Europeia em 2030 e para o Brasil em 2050, conceitos como Inteligência Artificial quântica e biosensores nanotecnológicos são discutidos. As decisões atuais moldarão um futuro perturbador e fascinante, exigindo cautela diante do que está por vir.

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