SINOPSE
Uma catedral de orfandades se revela em uma elegia que mescla o físico e o espiritual. Lembranças surgem como motivos musicais, evocando cenários de um tempo perdido. Em diversas situações, o eu de diferentes idades reencontra-se em uma arena onde as recordações desafiam o contador de sua própria história, abrindo portas para amplas possibilidades. Esse exercício de bicho geográfico permite que a memória exorcize a solidão.
Mais do que um relato assombrado, trata-se de um compêndio de amuletos. Aqui, recordar transforma-se em uma experiência tátil, trazendo à tona a candura e a calidez de contatos perdidos, incluindo aqueles com admiráveis modelos do passado.
