SINOPSE
Em 1865, um abolicionista cearense percebeu que apelos humanitários não eram suficientes para convencer os escravocratas e a sociedade brasileira sobre a necessidade de erradicar a escravidão. Para provocar uma mudança real, ele decidiu apresentar argumentos metafísicos e convincentes, que pudessem movimentar o debate nacional.
Assim, surgiu uma importante publicação que analisava a seca de 1845 no Ceará, demonstrando que a mão de obra contratada e remunerada se mostrou mais produtiva do que a escravizada. A obra é acompanhada por notas de um jornalista renomado.
