SINOPSE
O protagonismo feminino se destaca nas práticas de benzedeiras e rezadeiras, que atuam como curandeiras e agentes de saúde em comunidades carentes. Essas mulheres, enraizadas na fé e na cultura popular, muitas vezes preenchem lacunas deixadas pelos serviços de saúde pública, oferecendo intervenções que vão além da medicina convencional.
As benzedeiras são reconhecidas por seus saberes e práticas específicas, atuando como intermediárias entre o sagrado e aqueles que buscam cura. A interação entre fé, saber popular e medicina evidencia um hibridismo cultural que enriquece o processo de tratamento e recuperação dos pacientes.