SINOPSE
Reflexões sobre a cultura de massas emergem com força nos primeiros anos do século XX, destacando a influência das imagens técnicas e suas novas formas de percepção. A transição da obra única para cópias em série, impulsionada pela fotografia e cinema, transforma a relação do público com a arte, substituindo a contemplação individual pela recepção coletiva e distraída.
A perda da “aura” das obras de arte reflete a alienação dos consumidores na era da indústria cultural. O culto aos ídolos e a estetização da política tentam reavivar essa aura, enquanto o fascismo busca organizar as massas sem abordar suas aspirações por mudança.
