SINOPSE
Após a consolidação da interseccionalidade como um campo de investigação, surge a necessidade de transformá-la em uma teoria social crítica que aborde problemas sociais contemporâneos. Um conjunto de ferramentas analíticas é apresentado para impulsionar essa mudança, oferecendo um vocabulário básico que inclui diversos agentes sociais na construção teórica e a definição de interseccionalidade.
A influência do poder epistêmico nas possibilidades de resistência intelectual é discutida, destacando a ação social como um aspecto crucial na teorização. A relacionalidade é abordada como um tema central, enfatizando o compromisso com a justiça social que deve ser cultivado.