SINOPSE
Na obra de um renomado poeta, a modernidade se revela como uma conquista essencial. Através de seus versos, convoca-se o leitor a romper com a apatia, utilizando a aventura como método para capturar o presente. O poeta, ao trocar o gabinete pelas ruas, enfrenta os desafios físicos e espirituais da vida urbana, transitando entre flânerie e esgrima. Essa vivência coletiva e voluntária explora o hiato entre o consciente e o inconsciente.
Com um olhar atento, os perigos da absorção pela superficialidade são conjurados, enquanto a experiência é inserida no espaço entre o estímulo e a memória. A total exposição ao presente exige mente e corpo alertas, revelando que a vivência é uma experiência que, ao ser compreendida, transforma a percepção da modernidade em um processo profundo e impactante.
