SINOPSE
Memórias e percepções se entrelaçam em uma jornada poética que explora as transformações da modernidade. Nostalgia pela simplicidade da vida é evocada, contrastando com a agitação urbana e os arranha-céus. O lirismo é alimentado por imagens do espaço sideral, onde a nave se torna uma metáfora da vida, navegando entre o início e o fim, vida e morte.
O convite é para embarcar em uma viagem de versos que resgatam a essência do passado. A figura do menino sonhador permeia a escrita, revelando um mar de memórias que se transforma em um baú de maravilhas a ser explorado.