SINOPSE
Professores enfrentam desafios ao tentar integrar a história e a cultura negra ao ensino de química, conforme sugerido pela legislação vigente. Apesar da obrigatoriedade desse conteúdo, muitos educadores carecem de orientações sobre como planejar suas aulas e quais fontes utilizar, tornando essa conexão uma tarefa complexa e muitas vezes inviável.
Fundamentos teóricos são apresentados para facilitar a inclusão da história e cultura africana e afro-brasileira nas aulas de química. Através de exemplos práticos, a proposta visa transformar essa abordagem em uma prática sistemática, contribuindo para que a ciência sirva ao fortalecimento da identidade e do conhecimento do proletariado negro.