SINOPSE
Nuances do resgate da memória ancestral dos povos afrodescendentes no Brasil são exploradas de maneira sutil, destacando a importância dos nomes entre os africanos. A trajetória de Bartô revela marcas do aculturamento do povo negro na Bahia, enfatizando a relevância das tradições africanas na diáspora.
O incentivo à adoção de nomes de origem africana surge como uma forma de reparação histórica e afirmação de ancestralidades. Assim, Bartô se apresenta como um “menino protegido”, repleto de poderes e riquezas, simbolizando a força cultural e espiritual de sua herança.
