SINOPSE
O costume de libertar um prisioneiro durante a Páscoa visava ser um gesto de clemência das autoridades romanas. Para os judeus, essa prática poderia ser vista como um ato de consideração, especialmente em um momento que marcava sua libertação do Egito. No entanto, essa tradição não tinha respaldo nas Escrituras e levantava questões sobre a justiça ao soltar um criminoso sem avaliar suas ações.
Em meio a essa situação, Pilatos vê uma oportunidade de salvar o Salvador, questionando o povo sobre quem deveria ser libertado: um ladrão notório ou Jesus. A escolha feita pela multidão revela profundas implicações sobre fé e redenção.