SINOPSE
A vigilância sobre os dados pessoais levanta questões cruciais sobre a atuação da ANPD, que deve garantir sua independência para cumprir suas funções regulatórias, fiscais e sancionatórias. A imparcialidade do órgão é fundamental para assegurar a proteção dos direitos dos cidadãos em um cenário de crescente digitalização.
Refletir sobre a regulamentação da propriedade dos dados é essencial para evitar a concentração de poder e riqueza. A discussão em torno da Lei Geral de Proteção de Dados revela a importância de um sistema que proteja a privacidade e promova a justiça social.




