SINOPSE
Uma análise profunda das formas de autodefesa em diferentes contextos de opressão revela a resistência de grupos marginalizados ao longo da história. Desde a luta dos escravizados no período colonial até as práticas de jiu-jitsu das sufragistas em Londres e as ações dos Panteras Negras, a obra explora como a “legítima defesa” sempre favoreceu as classes dominantes, excluindo as populações racializadas.
As técnicas de autodefesa emergem como respostas essenciais desenvolvidas por minorias para enfrentar a violência institucional e social. Essa reflexão provoca uma reavaliação das narrativas históricas sobre resistência e poder.