SINOPSE
Reflexões instigantes sobre a tendência humana de se iludir, explorando as implicações éticas dessa prática em esferas pessoais e sociais. A narrativa aborda como as mentiras que contamos a nós mesmos permeiam o cotidiano, desde pequenas justificativas até crenças mais profundas, revelando uma desconexão entre a autoimagem e a realidade.
Embora o auto-engano possa suavizar a dor da existência, ele também pode distorcer a percepção das relações interpessoais. A análise dos caminhos que levam a essas ilusões revela tanto as fontes de alegria quanto os sofrimentos que frequentemente infligimos a nós mesmos e aos outros.
