SINOPSE
O avanço da inteligência artificial desafia conceitos fundamentais sobre ética e humanidade, levando a uma reflexão profunda sobre identidade e emoção. Em um futuro onde máquinas como Aurora moldam a sociedade, questões sobre consciência e empatia emergem, inspirando um novo entendimento das relações entre humanos e tecnologia.
Enquanto o medo de uma rebelião tecnológica permeia a narrativa, também há espaço para histórias que exploram o desejo das máquinas de amar e criar significado. A jornada de Aurora convida a uma reflexão sobre o que significa sentir e existir em um mundo onde as fronteiras entre homem e máquina se tornam cada vez mais sutis.