SINOPSE
Antigas formas de sociabilidade de famílias durante as férias em um balneário no norte do estado do Rio de Janeiro são exploradas com profundidade. Desde o início do século XX, veranistas de famílias tradicionais de Campos dos Goytacazes frequentavam o local, incluindo usineiros, comerciantes e profissionais liberais. Após um período áureo, o balneário enfrenta um processo de erosão marinha que tem devastado suas construções e memórias.
Residências datadas de 1912, que guardavam histórias de um estilo de vida em extinção, agora se tornam ruínas. Através de entrevistas e álbuns de família, o registro busca preservar a memória desse lugar, que a cada ano se vê mais ameaçado pelo desaparecimento de suas antigas estruturas e tradições.
