SINOPSE
Reflexões sobre a cordialidade brasileira e a construção de consensos sociais e políticos permeiam este segundo volume de uma coleção dedicada ao Brasil contemporâneo. As “jornadas de junho” são analisadas, questionando o mito de um país tropical idealizado. A obra resulta de um diálogo entre historiador e cientista social, que exploram temas relevantes em uma série de debates.
Com uma abordagem crítica, são examinados filmes como “Junho”, “Democracia em vertigem” e “O mês que não terminou”. A análise busca conectar referências teóricas e despertar o interesse pela história recente do Brasil.
