SINOPSE
A agressão militar tem sido uma constante em diversas partes do mundo, frequentemente disfarçada sob a justificativa de “defesa preventiva”. Expedições punitivas e intervenções em governos são apresentadas como medidas necessárias para proteger a democracia, o livre mercado e a segurança nacional. Essas justificativas revelam a complexidade das relações internacionais contemporâneas.
Retornando aos clássicos da filosofia política, uma análise aprofundada das doutrinas sobre “guerra preventiva” é realizada, explorando as implicações políticas, jurídicas e éticas que permeiam essa temática. O resultado é uma reflexão crítica sobre um assunto de relevância atual.