SINOPSE
A dualidade entre bem e mal é explorada como uma construção filosófica, religiosa e cultural da humanidade. Símbolos como Deus e o Diabo refletem essa oposição, que se revela relativa e mutável, onde ações consideradas benéficas podem gerar sofrimento e vice-versa. Diferentes correntes filosóficas oferecem visões contrastantes sobre o que constitui o bem, desde o prazer imediato até a virtude, enquanto a etimologia das palavras revela suas raízes em distinções sociais.
A perspectiva teológica vê o bem como bênção divina e o mal como privação. Historicamente, divindades personificaram o medo e o sofrimento, e o culto a forças malignas precedeu a adoração ao bem. A reflexão se insere na ideia de que bem e mal são forças complementares, onde a verdadeira sabedoria surge da integração entre ambas, conduzindo ao autoconhecimento e à iluminação.