SINOPSE
Uma pesquisa aprofundada revela as interações acadêmicas entre Brasil e França, destacando o surgimento da sociologia do trabalho nas décadas de 1950 e 1960. Através de arquivos pouco acessíveis, são apresentados estudos e entrevistas com sociólogos que desempenharam papéis cruciais nesse campo, como Georges Friedmann, que ajudou a reestruturar a sociologia na França pós-ocupação nazista.
No Brasil, a contribuição de renomados sociólogos da Universidade de São Paulo é analisada, evidenciando como esses diálogos teóricos e articulações acadêmicas fortaleceram a relação franco-brasileira e moldaram a tradição na sociologia do trabalho.