SINOPSE
Sociedades ocidentais se desenvolveram frequentemente sob uma perspectiva paternalista, relegando as mulheres a papéis secundários e limitados ao ambiente doméstico. Essa mentalidade patriarcal foi reforçada por dogmas da Igreja Católica, que moldaram a percepção feminina desde a Idade Média, perpetuando-se através de instituições como a Família e a Escola.
A pesquisa busca entender os modelos femininos da primeira metade do século XIX no Brasil, explorando as personagens de um romance maranhense pouco conhecido. A análise revela aspectos da sociedade da época e destaca a importância da Literatura como fonte para a pesquisa histórica.
