SINOPSE
Entrevistas de uma pesquisa multidisciplinar revelam a introdução da pílula anticoncepcional no Brasil dos anos 60, um período marcado por tensões políticas e sociais. As contradições do governo militar, liderado por Castelo Branco e Costa e Silva, se entrelaçam com a mobilização popular, greves e um efervescente movimento cultural, refletindo um momento crucial na história do país.
Os primeiros resultados das entrevistas destacam a importância das universitárias, um grupo considerado avançado nas discussões sobre anticoncepcionais e direitos. Este relato inicial prepara o terreno para uma análise mais profunda das questões sociais e culturais que moldaram essa época de transformação.
