SINOPSE
Uma reflexão profunda sobre a desconstrução de formas de opressão permeia as práticas clínicas e políticas. O texto aborda a importância de reconhecer e desafiar as estruturas que marginalizam mulheres, negros, pessoas LGBTQIAPN+ e outras minorias, enfatizando a necessidade de uma abordagem sensível e consciente. A conexão com o tempo presente é essencial para que possamos transformar tanto a clínica quanto a sociedade.
Ao considerar cada caso como único, somos convocados a reinventar nossas práticas e a maneira como nos relacionamos com o mundo. A urgência de romper com o patriarcado é clara, pois a continuidade desse sistema ameaça a todos nós.