SINOPSE
Publicada em 1908, a obra provoca reflexões sobre a crença no progresso humano, questionando a ideia de que a humanidade avança inevitavelmente para um futuro melhor. A análise revela como essa noção se construiu historicamente, ligada à ascensão da burguesia e utilizada para legitimar seu poder, além de denunciar o uso político dessa crença para silenciar conflitos sociais.
Em tempos de crises sociais e ambientais, a leitura oferece uma nova perspectiva sobre como a fé no avanço técnico e econômico pode ocultar desigualdades e perpetuar injustiças. Uma obra essencial para entender as ilusões que moldam nossa visão de mundo.