SINOPSE
Um doutorando-pesquisador enfrenta a angústia e a esperança no ensino de Filosofia no Brasil, em diálogo com uma orientadora que busca problematizar princípios persistentes na Educação contemporânea. A narrativa oscila entre a denúncia das tentativas de desmantelar o ensino de Filosofia e a (re)invenção promovida por professores que, diante das tensões entre Políticas Públicas e sala de aula, buscam novas abordagens que desafiem a lógica neoliberal.
Essas vozes emergem em um contexto que questiona a formação de sujeitos na Educação, levantando reflexões sobre a importância da Filosofia no currículo do Ensino Médio. O convite é para que os leitores se abram às transformações que a Filosofia pode proporcionar, ressignificando modos de viver e pensar.