SINOPSE
Questões sobre a definição de arte são exploradas, especialmente na relação entre estética contemporânea e a ideia de contingência. A transformação do significado de um objeto, como um tijolo, ao ser colocado em um museu levanta reflexões sobre a evolução do conceito de beleza ao longo do tempo.
O ensaio analisa a relevância das teorias de Hume e Kant na atualidade, argumentando que a noção de arte não se limita ao espaço em que é apresentada. A proposta de Danto é examinada, evidenciando a intersecção entre gosto crítico e juízo estético.
