SINOPSE
Uma análise profunda conecta os bastidores financeiros da Primeira República Portuguesa ao colapso da Bolsa de Nova Iorque em 1929, destacando como esse evento global impactou diretamente a autonomia de Angola. A investigação revela a fragilidade das finanças públicas portuguesas no pós-guerra, a especulação do Banco Nacional Ultramarino e a pressão externa sobre os territórios ultramarinos.
Personagens influentes como Norton de Matos, Cunha Leal e Salazar entrelaçam-se em uma narrativa que explora economia, diplomacia e geopolítica, oferecendo novas perspectivas sobre o papel de Angola nas estratégias das potências ocidentais.