SINOPSE
Uma análise provocativa sobre a fábula dos porquinhos, explorando a relação entre arquitetura e domesticação. Através das casas dos porquinhos, questões de civilização e selvageria são discutidas, revelando como essas estruturas simbolizam a dinâmica entre ricos e pobres, soberanos e bestas. A crítica à arquitetura contemporânea se entrelaça com a reflexão sobre a crise socioambiental atual.
As casas, representando diferentes tipologias, são fundamentais para entender a produção e a moral que moldam a sociedade. Com ilustrações impactantes, a narrativa convida à reflexão sobre o que significa ser humano em um mundo em constante transformação.