SINOPSE
Uma análise aprofundada revela as práticas terapêuticas dos escravos na Imperial Fazenda de Santa Cruz, destacando a importância da saúde em suas vidas. O foco recai sobre como esses indivíduos utilizavam seus conhecimentos para cuidar de si e de seus companheiros, criando um ambiente de sociabilidade e resistência.
O estudo explora a relevância dessas práticas curativas, não apenas para a comunidade escrava, mas também para a compreensão contemporânea da saúde pública. Assim, as estratégias de sobrevivência e os sonhos dos escravos emergem como elementos centrais na narrativa histórica.
