SINOPSE
A interligação entre Direito e Arte revela a profundidade de uma obra clássica da literatura brasileira. O julgamento emerge como a chave para a compreensão dessa narrativa, conectando-se à instituição do Tribunal do Júri através das construções do autor. Essa intersecção entre Direito e Arte, Literatura e Teatro, revela como as representações do Tribunal se alinham à concepção cristã de justiça.
Além do enfoque artístico, a teoria do caos é explorada, destacando a emoção como um elemento que desafia a segurança jurídica, especialmente em julgamentos. A obra oferece uma leitura instigante sobre o Júri, unindo caos, emoção e arte de maneira singular.
